por Maria Cristina Zelmanovits
Chico entrou em casa e logo reparou nas caras amarradas da mãe e da irmã.
— Nossa, que climão!
Marina estranhou. Estava sol e um céu azul lá fora. Mas, como não estava querendo conversa, achou melhor ficar quieta.
É que um pouco antes do Chico aparecer, a menina e a mãe tinham brigado por causa da bagunça. A mãe insistia que guardar fazia parte da brincadeira.
A filha não entendia por que tinha que guardar as coisas se ia brincar de novo e de novo e de novo.
Marina gostava de construir túneis. E cabanas com lençóis. Também fazia cabelos para as bonecas, colares com miçangas e suas próprias tintas. Sua imaginação tinha asas!

Acontece que, naquela tarde, ao entrar no quarto da filha, a mãe tropeçou no lençol, derrubou as miçangas e, por pouco, não manchou a cama com tinta de beterraba. Aí já viu, né?
Para ler na íntegra, confira a edição impressa da revista Pirueta.